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Das velhas engrenagens à inteligência artificial para mover as máquinas



Publicado em 28/06/2019
Fonte: Revista O Papel (ABTCP)

Primeiro tema da série “O estado da arte tecnológico” – Automação e Controles, Engenharia e Consultoria Especializada – traz reflexões sobre as mudanças promovidas nas empresas pela aceleração dos processos com foco em ganhos de competitividade setorial

Há algum tempo, aquela visão imaginativa de um longo prazo com fábricas inteligentes, que atuam de forma independente à participação humana, com máquinas e robôs à frente do processo fabril, deixou de ser futurista. Graças ao fortalecimento dos conceitos que formam a Indústria 4.0, também conhecida como 4.ª Revolução Industrial, já é possível ver na prática os resultados dos avanços conquistados nos últimos anos: processos digitalizados, proporcionados pelas descobertas da Tecnologia da Informação, têm levado a plantas industriais cada vez mais competitivas e inteligentes.

Inserida nesse cenário de transformação, que tende a trazer mudanças ainda mais expressivas já no curto prazo, a indústria de celulose e papel vem se preparando para as almejadas adaptações em seu processo fabril, sempre em busca de aumento de produtividade e redução de custos operacionais. “A Indústria 4.0 tende a mudar a realidade dos parques fabris dos produtores de celulose e papel de forma muito positiva, alcançando diferentes objetivos e áreas dentro do processo. Entre tais mudanças, podemos destacar maior segurança humana, necessidade de profissionais mais qualificados, aumento no nível de investimento em tecnologia, aumento significativo da quantidade e qualidade de dados e informações disponíveis para tomadas de decisão mais rápidas e precisas”, aponta Andre Kakehasi, coordenador da Comissão Técnica (CT) de Automação da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP) e gerente regional de Vendas da Valmet, frisando que as evoluções previstas proporcionarão uma maior disponibilidade de equipamentos, refletindo em maior eficiência de processo, menor tempo de manutenção e uma produção enxuta, otimizada e flexível.

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