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Conhecimento como base das ações



Publicado em 02/12/2019
Fonte: Revista Sinpacel #17

O mundo globalizado apresenta um cenário preocupante perante a sociedade. Impera a necessidade de promover o desenvolvimento econômico e social sem esgotar os recursos naturais, ou agredir o meio ambiente, tão importantes para sobrevivência humana e das próprias organizações. Neste âmbito, cabe às empresas uma postura responsável, enfatizando a conscientização, no sentido de que os recursos naturais não são inesgotáveis, muito pelo o contrário, alguns danos causados podem ser irreversíveis, prejudicando as gerações futuras.

Neste sentido, a logística reversa se apresenta como uma atividade que além de trazer bons resultados econômicos, auxilia na retirada de resíduos prejudiciais à natureza, trazendo benefícios tanto para a empresa quanto para o meio ambiente.

O Plano Setorial de Logística Reversa do Sinpacel tem acompanhado de forma muito intensa, diversos eventos, entre eles os jurídicos, observando de que forma está se avançando na fiscalização e na punição, bem como no engajamento das partes interessadas. Na área de desenvolvimento de embalagens, não mais se projeta pensando apenas em logística, escala e consumo. Neste novo cenário, embalagens desde o momento de sua concepção são projetadas, levando-se em consideração o pós-consumo.

Vivemos outro momento da era industrial que não é mais uma economia linear, onde se produz, vende, descarta e produz.  Agora temos que pensar de forma circular. Depois que os clientes consumirem, o que vão fazer com esses resíduos? São recicláveis? Podem ser reintroduzidos em outra cadeia produtiva? Podem ser reaproveitados ou reutilizados? E se a resposta for não, certamente são embalagens que vão parar no aterro (ou até mesmo em lixões, uma dura e presente realidade do Brasil), então temos que repensar a embalagem, sem perder a tecnologia que é oferecida ao produto, como a durabilidade de um alimento dentro da embalagem, a questão do transporte, equalizar as questões do produto por proteção, por assepsia, por questões logísticas de durabilidade, equalizar tudo isso como pós-consumo.

As grandes empresas estão puxando essa transformação industrial e isso vem ser um grande impulso para que as médias e pequenas indústrias também façam esse trabalho.



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Leia esta e outras matérias na edição 17 da Revista Sinpacel.

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