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O SETOR PAPELEIRO NO PARANÁ

O Sinpacel - Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose do Paraná, desde 1969, representa o setor papeleiro, atualmente composto por mais de 200 empresas fabricantes de papel, celulose, pastas e artefatos de papel e papelão.

Em 2008, a produção estadual de papel alcançou 1.961.292 toneladas, situando-se em segundo lugar entre os demais Estados produtores, com participação de 20,8% na produção nacional.

Já a produção de celulose, no ano passado, atingiu 1.131.736 toneladas, com participação de 9,3% no total nacional.

Os principais tipos de papéis produzidos no Paraná, em toneladas, foram: Capa de 1ª  “Liner” (705.338), Cartão Duplex “Duplex Board” (296.592), Couché Fora de Máquina “Coated Paper Off-Machine” (182.797), , Papel Imprensa “Newsprint” (140.547), Papel Miolo “Middle Off-Board” (107.628), Papel Kraft Natural para Sacos Multifoliados “Extensible Kraft” (64.294), Estiva e Maculatura (55.353), Papelão Cinza (52.573), Papel Higiênico “Tissue” (48.872), Papel Offset (48.220), Apergaminhado (Bond) (40.275), Capa de 2ª (39.508),  White Top Liner (32.447), Papel Jornal (28.005),  Papel Kraft de 1ª “Kraft Liner” (27.865),.

A exclusiva utilização de florestas plantadas pela própria indústria assegura a preservação eficaz das florestas nativas, bem como a proteção dos corpos d’água por matas ciliares. O setor emprega modernas técnicas silviculturais e de manejo florestal, principalmente na área de biotecnologia, com produtividade média de 39 metros cúbicos com casca por hectare/ano de eucalipto e 30 metros cúbicos com casca por hectare/ano de pinus. Os elevados padrões ambientais mantidos pelo setor são superiores aos estabelecidos pelo Código Florestal Brasileiro e pelas legislações ambientais federal e estaduais.

A indústria brasileira de celulose e papel possui a maior área de florestas certificadas entre os setores de base florestal do país, de acordo com os critérios de certificação florestal existentes e reconhecidos pelo setor.

PONTOS RELEVANTES DO SETOR PAPELEIRO - 2008

  • O setor está presente em 450 municípios de 17 estados e nas cinco regiões brasileiras
  • 1,7 milhão de hectares de área plantada para fins industriais
  • 2,8 milhões de hectares de florestas preservadas
  • 2,2 milhões de hectares de área florestal total certificada
  • Exportações: US$ 5,8 bilhões
  • Saldo Comercial: US$ 4,1 bilhões – 16,7% do Saldo da Balança Comercial do Brasil
  • Impostos pagos: R$ 2,2 bilhões
  • Investimentos: US$ 12 bilhões nos últimos 10 anos
  • Emprego: 114 mil empregos diretos (indústria 67 mil, florestas 47 mil) e 500 mil indiretos
  • 13,1 milhões de toneladas de celulose produzidas em 2008
  • 9,4 milhões de toneladas de papel produzidas em 2008
  • Taxa de Recuperação de Papéis Recicláveis: 43,7%

 

Fonte: Bracelpa

 

Uso de guardanapos descartáveis de luxo se torna tendência em hotéis e restaurantes

Em papel especial de alta qualidade, produto é mais higiênico e tem custo menor que de seu concorrente de tecido; nas escolas de hotelaria, orientação para uso de descartáveis já é regra.

A substituição de guardanapos de tecido por seu similar feito de papel de alta qualidade vem aumentando no setor hoteleiro e já pode ser considerada uma tendência. Os guardanapos de papel “de luxo” estão dominando as mesas dos principais restaurantes brasileiros e estão sendo cada vez mais usados em hotéis. Tanto que, impulsionado por essa corrente, o faturamento da empresa líder no segmento “classe A” deve aumentar 15% em 2009, apesar da crise financeira internacional.
Nas escolas de Hotelaria, a tendência já está consolidada e é repassada aos alunos. É o que confirma o professor Geraldo Castelli, formado em Economia pela Universidade de Fribourg, na Suíça, autor de diversos livros no segmento de Hotelaria e diretor da Castelli Escola Superior de Hotelaria. Os novos profissionais que ingressam no mercado de trabalho já tem esta noção cristalizada, o que deve fazer com que o segmento de descartáveis de luxo permaneça em crescimento contínuo.
O produto de papel apresenta pelo menos duas vantagens em relação ao seu concorrente de tecido: é mais higiênico e implica em menores gastos. “Os guardanapos de papel não sofreram qualquer tipo de manipulação anterior, de modo que este produto é mais higiênico”, explica Castelli. “Mas essa proposta só é interessante se o produto for de alta qualidade”, ressalva o professor.
Diante deste cenário, a Relevo Guardanapos (empresa sediada na região metropolitana de Curitiba), que detém mais de 90% do mercado de guardanapos prensados com 6 e 4 folhas e que fabrica 33 toneladas em produtos por mês, espera quadruplicar sua produção em cinco anos. A empresa aposta em artigos fabricados com matéria-prima de alta qualidade, com fibras mais resistentes e macias. “Nosso papel descansa por 60 dias em um depósito. O resultado é que a fibra fica mais agradável ao toque”, revela o diretor da Relevo, Celso Rufatto.
Outro diferencial responsável pela grande aceitação do produto no setor hoteleiro, é que a marca oferece guardanapos customizados, com a logomarca do cliente grafada não em tinta, mas em alto relevo. “É um produto personalizado e elegante. O cliente não leva tinta à boca”, define.

Fonte: Centro de Notícias e Comunicação

 

EVENTOS

23 a 26 de agosto de 2010 - Embala Nordeste 2010 – V Feira Internacional de Embalagens e Processos – Centro de Convenções de Pernambuco - Recife/PE - Fone: (55) 81 3343-1101- www.embalaweb.com.br

04 a 06 de outubro de 2010 - 43º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel ABTCP-TAPPI/10 – 1º Simpósio e Exposição Latino-Americano de Tissue ABTCP-TISSUE 2010 Transamérica Expo Center - São Paulo/SP - Fone: (55) 11 3874-2700 - www.abtcp.org.br

13 a 15 de abril de 2011 – II Semana Florestal Brasileira - Mogi Guaçu e Resort Royal Palm Plaza - Campinas/SP - Fone: (55) 11 3049-7888 - www.expoforest.com.br

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