A reunião, presidida pelo coordenador do Conselho e futuro presidente da FIEP, Edson Campagnolo, contou com mais de 30 participantes, incluindo o Executivo do SINPACEL.
Na ocasião, o Dr. Flávio Castelo Branco, economista da CNI, discorreu sobre a Posição da Confederação Nacional da Indústria sobre a Competitividade Empresarial diante da “Injustiça Fiscal”, abordando as diversas ações que a CNI vem tomando com relação às tentativas de aumento e criação novos impostos, como a recente iniciativa de setores do legislativo ligados ao Governo Federal de fazer renascer a antiga CPMF, agora com outro nome, CSS – Contribuição Social para a Saúde.
A posição firme da CNI, atuando junto às bancada na Câmara e Senado Federais para impedir esses abusos que se quer cometer contra as empresas, é amparada por estudos técnicos, demonstrando principalmente ao Governo Federal, principal interessado no aumento abusivo de arrecadação, que se pode e deve gerir muito melhor os recursos atualmente arrecadados, que desta forma propiciariam novas ações e investimentos governamentais sem aumento da carga tributária e, muito pelo contrário, poderia propiciar até uma redução dessa carga tributária.
Na sequência, o Sr. Maurílio Schimdt, da área econômica da FIEP e coordenador do Grupo de Trabalho sobre Reforma Tributária da FIEP, apresentou os resultados de pesquisa nacional, na parte referente ao Paraná, sobre os tributos, em que foram consultados os empresários sobre o que pensam a respeito dos tributos: o montante da carga tributária, sua complexidade, quais as mudanças necessárias, etc.
Outra informação por ele prestada foi sobre a simulação efetuada para verificar quais os efeitos monetários da MP 540/2011(desoneração da folha de pagamento), em que três setores da economia foram examinados, desdobrados por empresas de pequeno porte, médias e grandes, com resultados demonstrando que para a maioria das empresas desses setores haverá uma redução nos montantes despendidos com encargos sobre as folhas de pagamento.
Uma constatação foi que para as empresas que se utilizam de mão de obra intensiva a medida é positiva, ao contrário do que ocorre com as que previlegiam o capital intensivo.
No encerramento, anunciou-se o Lançamento Anual do Feirão do Imposto e Lançamento Nacional do Movimento “ A Sombra do Imposto”.
|