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Fonte: Portal Celulose
A empresa ainda estima que mais de 22.500 hectares tenham sido afetados, embora só possa aferir um balanço real após ultrapassada a situação de emergência
A CMPC apontou uma estimativa sobre os efeitos dos devastadores incêndios no sul do Chile, que começaram no início do mês de fevereiro e afetaram o setor florestal no país, sobre suas operações.
Conforme o diretor-geral da empresa, Francisco Ruiz-Tagle, explicou à Comissão para o Mercado Financeiro (CMF), se há duas semanas havia 10 mil hectares de florestas plantadas afetadas pelo incêndio, agora passou para mais de 22.500 hectares, segundo o último relatório.
A CMPC revelou, ainda, que durante a temporada estival combateu 95 focos de incêndio e, segundo os seus cálculos, são geradas em média seis novas frentes diariamente, na última quinzena. Apesar da companhia florestal ter fornecido um número específico para as áreas afetadas, ela reconheceu que ainda não é possível precisar o valor exato dos danos sofridos em decorrência da complexidade das vistorias técnicas no campo. Para Ruiz-Tagle, “pode ser realizada uma vez superada a emergência”.
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