Entre as entidades publicas e privadas que receberam o Selo Clima Paraná 2025, nesta terça-feira (2), as associadas ao SINPACEL – Sindicato das Indústrias de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel, Papelão e de Artefatos de Papel e Papelão do Estado do Paraná foram destaque.
“A participação dessas empresas em certificações como o Selo Clima Paraná reforça, com transparência e credibilidade, o compromisso da indústria de papel e celulose com a sustentabilidade. Por meio desse reconhecimento, demonstramos que nosso setor atua com responsabilidade ambiental, inovação e melhoria contínua, diante dos desafios climáticos atuais”, destacou o presidente do SINPACEL, Rui Brandt.
Criado em 2015, a certificação coordenada pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável do Paraná – SEDEST reconhece organizações e entidades públicas e privadas que decidem, voluntariamente, medir e reduzir a sua pegada de carbono, além de implementar ações de ESG, que reúne as políticas de meio ambiente, responsabilidade social e governança, para combater as mudanças climáticas. A 11ª edição do prêmio, referente a 2025, bateu recorde de inscritos e certificou 308 organizações e municípios.
Não diferente, a participação das empresas do setor de papel e celulose também cresceu nos últimos anos. Além do próprio sindicato que este ano recebeu o Selo A – Mercado Interno, a participação das empresas associadas também aumentou. Em 2024 foram sete entidades reconhecidas, este ano foram 10. São elas:
- Arauco do Brasil Ltda
- Bo Paper Brasil Industria de Papeis Ltda
- CMPC Iguaçu Embalagens Ltda
- Ibema Companhia Brasileira de Papel
- Kapersul Indústria e Comércio de Papéis S.A.
- Klabin S.A.
- SIG Combibloc do Brasil Ltda
- Sonoco do Brasil Ltda
- Tetra Pak Ltda
- Trombini Embalagens S/A
Para o presidente do SINPACEL esse crescimento demonstra a importância da mobilização conjunta das associadas em prol da sustentabilidade. “Em breve, apresentaremos o nosso primeiro relatório de emissões, o que também dará continuidade a esse movimento. Este é o primeiro passo no processo de descarbonização do sindicato”, destacou Brandt.
.
























