Fonte: Gazeta do Povo
Com valor atual estimado em US$ 29,9 bilhões, mercado brasileiro de personal care deve chegar a US$ 43 bilhões até 2033, refletindo a continuidade do consumo de produtos ligados à higiene e ao autocuidado, aponta pesquisa do Imarc Group
Reconhecido mundialmente pela alta frequência de banhos — superior à média global —, o brasileiro sempre manteve uma relação próxima com o cuidado pessoal. No entanto, esse comportamento se intensificou a partir da pandemia da covid-19, quando práticas como a lavagem frequente das mãos e a atenção à limpeza ganharam ainda mais relevância no dia a dia.
Esse movimento não se restringiu ao cuidado com o corpo, mas se estendeu também ao ambiente doméstico, reforçando a percepção de que higiene, conforto e bem-estar começam dentro de casa. De acordo com a pesquisa “Hábitos de limpeza do brasileiro: antes e durante a pandemia”, o número de pessoas que se envolvem de alguma forma nas atividades de cuidado com o lar aumentou, saltando de 69% para 74%.
Essa mudança de comportamento ajuda a explicar a trajetória de crescimento do mercado brasileiro de higiene, beleza e cuidados pessoais. Segundo levantamento do Imarc Group, o setor foi avaliado em cerca de US$ 29,9 bilhões em 2024 e tem projeção de alcançar US$ 43 bilhões até 2033, impulsionado pela consolidação de hábitos ligados à higiene, ao autocuidado e ao bem-estar no dia a dia das famílias.
Tendência na mira da indústria
Essa percepção levou empresas como a Mili a ampliar sua presença no segmento de personal care, sem deixar de fortalecer sua atuação em tissue, acompanhando uma demanda cada vez mais integrada por higiene, conforto e bem-estar no ambiente doméstico.















