Dia de valorizar a sua dedicação e a sua competência!

Entusiasmo, competência e muita dedicação: é assim o trabalho diário de quem faz o setor de papel e celulose crescer e se destacar cada vez mais.

Por isso hoje, o Sinpacel parabeniza e reconhece o esforço e a responsabilidade de todos os trabalhadores que superam as expectativas e trazem mais desenvolvimento para a nossa sociedade.

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Não importa qual seja sua impressão; saber o papel que será utilizado é essencial

Na hora de produzir seu projeto gráfico, uma das principais dúvidas que surgem durante o processo é qual material usar. No caso, existem muitos tipos de papel diferentes, que produzem resultados finais diferentes. Afinal, como escolher o mais adequado?

Gramatura do papel

O mais importante, a princípio, é entender seu próprio projeto e saber o que exatamente combina ou não com ele. Cartões de visita, por exemplo, exigem papéis com gramatura mais alta, entre 250 g e 300 g, enquanto folders e folhetos utilizam gramaturas menores.

A gramatura é uma medida que relaciona a área do papel com o seu peso, entregando a medida final de densidade em gramas por metro quadrado. Uma folha de 90 g, por exemplo, é um material que pesa 90 g a cada metro quadrado. Simples.

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Fonte: Celulose Online

Diante de um agravamento do desequilíbrio entre oferta e demanda, mercado deve seguir apertado no curto prazo

Com todos os reajustes anunciados para abril já implementados, os preços da celulose seguem em alta no mercado internacional, diante de um agravamento do desequilíbrio entre oferta e demanda – cenário que deve permanecer no curto prazo, segundo o diretor de comercial celulose e gente e gestão da Suzano, Leonardo Grimaldi. “Os fundamentos ainda estão bastante sólidos, em especial, do lado da oferta”, afirma.

O preço líquido da fibra curta subiu mais US$ 1,90 no mercado chinês, a US$ 783,61 por tonelada, aproximando-se de níveis históricos. A valorização já supera 35% desde o início deste ano. No caso de revenda, os preços da celulose de eucalipto são superiores aos praticados na importação, em US$ 807,04 por tonelada, conforme o BTG Pactual.

Já a fibra longa vinha sendo negociada a US$ 976,69 por tonelada na China, com leve queda de US$ 0,50. Assim, o spread entre os dois tipos de fibra estava em US$ 193 por tonelada, acima dos níveis normalizados, que eram de cerca de US$ 120 por tonelada.

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Fonte: Tissue Online

O planeta Terra nos une. Todos nós, independentemente de raça, credo ou classe social, respiramos o mesmo ar e utilizamos os mesmos recursos. Por isso, é fundamental termos em mente que estes recursos são finitos e que precisamos pensar no presente e no futuro, agindo para que possamos garantir a existência da raça humana em nosso planeta, sem comprometermos a qualidade de vida e a sustentabilidade ambiental.

Nós, do Sinpacel, trabalhamos para que conceitos como preservação do meio ambiente e também a logística reversa sejam práticas correntes nos setores que representamos: papel, papelão, celulose, embalagens e artefatos de papel e papelão.

Assim, estamos contribuindo para a sustentabilidade de nosso planeta. Você também pode fazer a sua parte com ações simples:

• Plante uma árvore nativa de sua região;

• Incentive a reciclagem em casa e no trabalho;

• Use menos energia, desligando luzes e equipamentos eletrônicos sempre que possível;

• Diminua o consumo de alimentos ultraprocessados e evite desperdícios de alimentos;

• Sempre que possível, prefira meios de transporte mais sustentáveis;

• Economize água.

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Com o objetivo de engajamento dos stakeholders para ações futuras com foco em economia circular, o SINPACEL esteve apresentando em 14/04 a “Rota Estratégica do Papel – da logística reversa à economia circular” ao Presidente do CRQ-IX Edward Borgo. Nesta reunião estavam presente também o Conselheiro do CRQ Carlos Molkenthin e o Advogado Renato Villanova. Foram também entregues exemplares do livro comemorativo de 50 anos do Sinpacel.

Os desafios a serem superados na perspectiva da Logística Reversa e Economia Circular são numerosos e complexos, e com a união de todos os integrantes da cadeia e também dos stakeholders, com uma visão clara de futuro e alicerçados em um bom planejamento estratégico, esses desafios podem ser enfrentados.

Segundo este Decreto:

• O Certificado de Crédito de Reciclagem “Recicla+” é um documento comprobatório das massas de embalagens ou de produtos efetivamente compensados pela restituição ao ciclo produtivo da massa equivalente desses materiais;

• O Recicla+ pode ser adquirido pelas empresas para fins de comprovação de cumprimento das metas de logística reversa;

• A solicitação de emissão e a aquisição do Recicla+ é de caráter voluntário;

• A implementação/operacionalização de sistema de logística reversa, poderão adotar soluções integradas, dentre outras o Recicla+;

• O Recicla+ pode ser emitido nas seguintes modalidades: produtos objeto de logística reversa, embalagens recicláveis e combustível derivado de resíduos obtido a partir de resíduos sólidos urbanos ou equiparáveis.

Maiores detalhes podem ser verificados consultando o Decreto em:

https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-11.044-de-13-de-abril-de-2022-393553968

O SINPACEL continuará o monitoramento legislativo, e comunicará aos associados sobre novos regulamentos ambientais.

Fonte: Imprensa Nacional

Foi publicado no diário oficial da união em 14/04/2022 o Decreto no 11.043, de 13/04/202, que aprova o Plano Nacional de Resíduos Sólidos.

O Plano Nacional de Resíduos Sólidos:

• Alinhado com a PNRS, representa uma estratégia de longo prazo e de abrangência nacional, que tem por objetivo operacionalizar as disposições legais, princípios e diretrizes da PNRS;

• Apresenta um diagnóstico dos resíduos sólidos no país e traz a proposição de cenários (considerando tendências);

• Estabelece metas, projetos, programas e ações com horizonte de 20 anos.

Maiores detalhes podem ser verificados consultando o Decreto em:

https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-11.043-de-13-de-abril-de-2022-393566799

O SINPACEL continuará o monitoramento legislativo, e comunicará aos associados sobre novos regulamentos ambientais.

Fonte: Imprensa Nacional

O SINIR+:

• É uma nova versão do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) , lançado em 2019;

• É uma ferramenta atualizada , com informações mais detalhadas, com maior interatividade e acesso a diversos painéis, a partir dos quais pode-se pesquisar sobre a gestão dos resíduos sólidos em todo país;

• Possui um mapa 3D, com navegação por todo o território nacional, permitindo conhecer a gestão dos resíduos: unidades de triagem, reciclagem, tratamento e disposição final, consórcios públicos e o fluxo dos resíduos.

Maiores detalhes podem ser verificados consultando:

https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/mma-lanca-sinir-com-informacoes-detalhadas-sobre-a-gestao-dos-residuos-solidos-em-todo-o-pais

O SINPACEL continuará o monitoramento legislativo, e comunicará aos associados sobre novos regulamentos ambientais.

Fonte: Governo Federal

As florestas plantadas conservam os ecossistemas e mantém o solo fértil e protegido.

O Dia Nacional da Conservação do Solo busca conscientizar a todos sobre a importância do solo como um dos fatores básicos para a vida, para produção agropecuária e também a necessidade de seu uso e manejo sustentáveis. O solo é fundamental para a vida e para o desenvolvimento sustentável.

Os setores de papel, papelão, celulose, embalagens e artefatos de papel e papelão, representados no Paraná pelo Sinpacel, trabalham ativamente para garantir a sustentabilidade em toda a sua cadeia produtiva. Isso significa a preservação das florestas nativas e o desenvolvimento das florestas plantadas. Desta forma é possível recuperar espaços degradados, reduzindo os impactos ambientais e possibilitando a conservação do solo, mantendo-o rico em matéria orgânica, micro-organismos diversos e biodiversidade.

No Brasil, são mais de 9,3 milhões de hectares de florestas plantadas, sendo que as indústrias que usam essas árvores conservam outros 5,6 milhões de hectares de matas nativas. Diariamente, em nosso país, são plantados o equivalente a cerca de 500 campos de futebol de florestas para a produção de papel e outros produtos.

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Duas fábricas de papelcartão da Ibema estão entre as que mais economizam água no Brasil

Sabemos que o consumo de água no mundo cresce 1% ao ano, e aumentou em seis vezes nos últimos 100 anos, de acordo com a ONU. Com base nisso, a indústria não pode ficar de braços cruzados: é preciso fazer mais do que a lei pede, para embalar o futuro com práticas ousadas e realmente eficazes.

Responsável por 21% de participação no Produto Interno Bruto (PIB), a indústria brasileira consome apenas 10% da água captada para uso no Brasil, o que indica sua eficiência e o investimento em boas práticas.

Mas quem disse que a indústria de papel exagera no uso da água? Em sintonia com o que há de mais avançado no Brasil e no mundo, a Ibema mantém um programa de gestão de alto nível: nos últimos quatro anos, diminuiu em 25% o uso de água no processo produtivo e na geração de efluentes da sua fábrica instalada na região metropolitana de São Paulo, em Embu das Artes (SP).

“Além de ajudar a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, contamos com pesquisas e análises permanentes para melhorar esse uso, a fim de gerar maior economia e inteligência na gestão”, explica a gerente de SGI, Risco e Meio Ambiente da Ibema, Andrea Pegorini.

Em Embu das Artes (SP), o circuito fechado da água aproveita até 94%, um dos menores indicadores de consumo de água encontrados na produção de papelcartão no Brasil. “Somente quando a água não tem mais condições de ser usada na produção, ela é tratada e devolvida como efluente. Mesmo assim, o recurso volta ao meio ambiente mais limpo que no momento de captação, pois nosso time de Utilidades monitora todo o percurso da água na fábrica até a sua entrega na natureza”, explica Andrea. A média de geração de efluentes na planta de Embu, hoje, é de 4 m³ por tonelada de papelcartão produzida.

Já na planta de Turvo, no interior do Paraná, a Ibema também reduziu o consumo de água e geração de efluentes em 15% nos últimos três anos – hoje, a média de geração de efluentes é de 11,6 m³ por tonelada produzida.

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 140 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 700 colaboradores, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês: www.ibema.com.br.

Fonte: Smartcom