Fonte: Tissue Online

Estudos apontam que os secadores a ar dispersam 2,2 mil vezes mais vírus e bactérias do que as toalhas de papel.

Após o avanço da vacinação contra a Covid-19, as medidas impostas para evitar a propagação do vírus, como o isolamento social e o uso de máscaras, vêm sendo flexibilizadas em todo o mundo.

A queda no número de pessoas infectadas fez com que os lugares com grande circulação de pessoas, como shoppings centers, restaurantes, museus, galerias e rodoviárias, voltassem a receber alto fluxo de visitantes. No entanto, esta retomada não isenta esses estabelecimentos dos cuidados com higiene e limpeza dos usuários, bem como de suas instalações, para proporcionar um ambiente mais seguro.

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Artigo por Diego Gracia*

Fonte: Smartcom

É muito comum que marcas de bens de consumo divulguem seus compromissos ESG (relativos às boas práticas ambientais, sociais e de governança), e, entre eles, afirmem que suas embalagens são ou serão recicláveis. O problema é que isso não significa, necessariamente, um ganho para o planeta. Sustentabilidade vai além disso.

Nesse artigo, quero explicar por que é preciso ir além. Minha intenção também é mostrar que o papel é uma opção eficaz para a economia circular – além de já possuir um índice de reciclabilidade maior que outros materiais, é compostável e biodegradável, o que é um forte argumento para o consumidor que pensa no futuro do planeta. Em resumo, mesmo que não sejamos eficientes como sociedade para garantir a reciclagem do papel, na pior das hipóteses ele irá se decompor.

Quando afirmo que não basta ser reciclável, quero dizer que, mesmo que um produto seja feito em material passível de reciclagem, e que essa embalagem seja descartada corretamente no lixo adequado, não existem garantias de que ela será reinserida na cadeia produtiva. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), apenas 3% de todo o resíduo no Brasil é efetivamente reciclado, ou seja, muito pouco. Em vista disso, vejo que é necessário um esforço e compromisso maior de todos os agentes envolvidos: consumidor, indústria e cooperativas recicladoras para que os recicláveis sejam realmente reciclados.

É claro que conceber a embalagem com material reciclável já é um primeiro passo por parte dos fabricantes, mas é preciso, depois, fazer com que a economia circular funcione efetivamente. Desde manter um portfólio de produtos feitos com materiais reciclados, o que comprova a logística reversa eficaz da marca, até a reinserção do material no processo produtivo.

É preciso influir nos próximos elos da cadeia, o que inclui a própria conscientização do consumidor. Um caminho é estimular a sociedade a devolver essas embalagens, como já ocorre em vários países da Europa – em troca de alguma recompensa monetária.

Mas apenas isso também não é suficiente. A remuneração precisa andar junto com a educação ambiental. Hoje, apenas um terço dos brasileiros sabe descartar corretamente o lixo, sendo necessário conhecer os itens passíveis de reciclagem, sua limpeza prévia e separação adequada, para que não haja contaminação com resíduos orgânicos. Não vamos melhorar se não aprendermos e ensinarmos a descartar.

Apesar de ainda haver dúvidas sobre o que é reciclável ou não, já percebe-se uma mudança comportamental dos consumidores europeus optarem por produtos com embalagens recicladas e recicláveis. O fortalecimento do pilar educação é fundamental para garantirmos que um número maior de insumo chegue a um elo importantíssimo da cadeia: os catadores e cooperativas. São eles que geram renda com a reciclagem e cujo trabalho é fundamental para manter o funcionamento da engrenagem. As associações de coleta seletiva hoje representam um ativo para a indústria, tanto nas cidades que possuem a coleta pública como naquelas que ainda não a implementaram.

Graças ao suor desses trabalhadores, as embalagens retornam à indústria beneficiadora para serem recicladas. Nos últimos dois anos, vimos aumentar o trânsito da logística reversa via processos com tecnologia blockchain – pois não basta transportar o lixo para uma nova utilização, é preciso certificar sua origem e seu novo destino, com a pesagem de quantidade e emissão de documentos confiáveis.

Se pode parecer complicado criar soluções de forma estruturante para promover e garantir o reuso dos resíduos, um primeiro passo efetivo e seguro para quebrar a inércia é migrar o material com o qual é feita a embalagem para soluções que já ofereçam um alto índice de reciclabilidade, como o papel.

Depois disso, é entender a importância de ao menos uma parte do portfólio de embalagens das marcas terem conteúdo reciclado. Isso força a empresa a desenvolver alternativas de implementar processos de economia circular, e como consequência criar diferencial para a marca ao atender aos anseios dos consumidor final e do planeta.

Se todos fizerem sua parte, os números da reciclagem no Brasil irão subir e, em breve, a expressão ″sou reciclável″ será acompanhada e fortalecida pelo ″sou reciclado″.

*Diego Gracia é gerente de Estratégia e Marketing da Ibema.

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 150 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 700 colaboradores, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês e as redes @ibema_oficial, LinkedIn .com/ibema e Facebook @ibema.oficial.

Não importa qual seja sua impressão; saber o papel que será utilizado é essencial

Na hora de produzir seu projeto gráfico, uma das principais dúvidas que surgem durante o processo é qual material usar. No caso, existem muitos tipos de papel diferentes, que produzem resultados finais diferentes. Afinal, como escolher o mais adequado?

Gramatura do papel

O mais importante, a princípio, é entender seu próprio projeto e saber o que exatamente combina ou não com ele. Cartões de visita, por exemplo, exigem papéis com gramatura mais alta, entre 250 g e 300 g, enquanto folders e folhetos utilizam gramaturas menores.

A gramatura é uma medida que relaciona a área do papel com o seu peso, entregando a medida final de densidade em gramas por metro quadrado. Uma folha de 90 g, por exemplo, é um material que pesa 90 g a cada metro quadrado. Simples.

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Fonte: Celulose Online

Artigo por Nilton Saraiva*

Com o cenário extremamente incerto em que vivemos, de repente tudo que previmos para 2022 precisa ser revisto. Uma guerra em território europeu era inimaginável até pouco tempo – e agora é uma realidade violenta e temível. Mais do que nunca, o termo “Mundo VUCA” (volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade) se aplica ao nosso dia a dia – e certamente nos afetará ainda mais ao longo do ano, desde os altos custos da matéria-prima até a revisão de mercados e efeitos da inflação.

Diante desse desafio, mais do que nunca a Ibema quer aplicar sua criatividade, adaptabilidade e determinação na busca por novas soluções. E sabe qual o segredo para isso?

No livro “Good to Great – Empresas feitas para crescer”, Jim Collins chama a atenção para o fato de que as empresas de maior sucesso têm como principal característica a busca incessante pelos melhores talentos, pois são eles que trarão as soluções para os novos problemas. E nós acreditamos nisso: as pessoas certas, com a atitude certa, conseguem resolver questões cada vez mais inusitadas e até surpreendentes.

Apesar de tudo isso, nosso segmento de papelcartão segue com tendência positiva no longo prazo, dadas as necessidades de mudança de hábitos na busca por produtos mais sustentáveis e aderentes às necessidades de um mundo que busca soluções para as mudanças climáticas.

Minha posição se baseia em quatro macrotendências. Primeiro, a demanda global por papel segue aquecida, após momento de escassez em 2021, que chegou a trazer dificuldades para embalar produtos. Nós fazemos questão de priorizar os nossos clientes brasileiros neste cenário, afinal, temos o compromisso de abastecer o mercado doméstico.

Em segundo lugar, existem diversos investimentos na indústria brasileira por meio de iniciativas que envolvem a economia circular. E aquelas que se anteciparam e ditaram tendência com a oferta de papéis reciclados e recicláveis saem na frente. O end user tem a necessidade de se engajar nesses projetos, seja pela legislação ou pressão do próprio consumidor.

Na Ibema, temos vantagem no contexto da logística reversa, pois nossas duas fábricas se complementam. Em Embu das Artes (SP), fabricamos produtos com a maior quantidade de resíduo pós-consumo do mercado, numa unidade muito bem posicionada, tanto industrial quanto geograficamente. E em Turvo (PR), temos a fibra virgem no DNA, o que abastece a cadeia com papel virgem que dá início a novos ciclos de reciclagem. Ao longo de 2020 e 2021, estruturamos o nosso portfólio de modo a valorizar essas duas frentes.

A terceira macrotendência é a adequação ao ESG (ambiental, social e governança, em tradução livre do inglês), que trouxe vantagens competitivas para quem já estava alinhado aos três quesitos. Dentro desse contexto, somos pioneiros em ações ambientais como o bom uso da água e aterro zero, e trabalhamos muito com e para pessoas, seja na retenção de talentos, no próprio alinhamento interno ou na relação e desenvolvimento das comunidades ao nosso redor. É bom lembrar que as mudanças climáticas colocam em xeque todo tipo de indústria, e esse é um desafio que precisamos enfrentar juntos.

Algo fundamental para darmos sentido a esse movimento foi a revelação do nosso propósito de embalar o futuro. Mudamos a maneira de nos relacionarmos, com a humildade de admitir o que não sabemos e abertos para a troca de informações constante.

Por fim, o quarto quesito é a transformação digital da indústria, seja por meio da implementação de um ERP mais moderno como o SAP, que nos trouxe soluções em nuvem de última geração, a série de iniciativas de simplificação de processos internos e de melhoria da experiência do cliente ou ainda pela adoção de ferramentas digitais que aprimoram a relação com o mercado.

A percepção do nosso papel na sociedade, como indústria, agente econômico, protagonistas do setor de embalagens, empregadores e geradores de tendências e inovação nos impulsiona para o futuro e permite projetar o crescimento do setor em 2022, mesmo em um mundo de cabeça para baixo.

*Nilton Saraiva é CEO da Ibema.

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 160 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 700 colaboradores, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês: www.ibema.com.br.

Fonte: Smartcom

Por Fernando Wagner Sandri

Você pode ser adepto a tecnologia, preferir livros digitais, agendas em telefone e e-mails, sites e blogs em vez de jornais e revistas impressos, mas ainda assim o papel faz parte do seu dia a dia. Seja em documentos, no dinheiro ou nas embalagens dos produtos que você consome.

A versatilidade do papel e suas muitas aplicações é tamanha que seu fabricante, o papeleiro, tem fundamental importância para o setor econômico, social e ambiental. Por isso, desde 2008 celebra-se no dia 20 de setembro, o Dia Nacional do Papeleiro.

“O papeleiro e os seus produtos estão presentes em todos os lares do Brasil. Ele tem uma função muito estratégica para a sociedade porque atua não só na fabricação do papel em si, mas na inovação para a criação de produtos similares que venham de fonte renovável, na sua reciclagem e na economia circular como um todo”, conta Fernando Wagner Sandri, diretor de tecnologia da IBEMA e Diretor técnico do SINPACEL.

Para quem ainda dúvida dessa importância, a prova veio no início de2021, quando, sob influência da pandemia da COVID-19 e do cenário vivido em 2020, com os catadores de materiais recicláveis em casa e as indústrias paralisadas ou com as atividades reduzidas, o papel esteve em falta em todo o mundo. Tal fato dificultou inúmeros negócios, como: logística, e-commerce e até fabricação de móveis.

“O que ocorreu não foi por uma deficiência do setor, mas por algo macro, onde houve problemas de fluxos logísticos mundiais porque todos precisaram parar. O que mostra a importância do setor para mercado e a economia mundial”, explica Sandri.

SUSTENTABILIDADE

O papeleiro também tem fundamental importância quando se fala em sustentabilidade. “O papel nasceu no conceito de economia circular. Quando foi inventado, no ano 105, ele foi feito para reaproveitar a casca de amoreira, os trapos de roupas e outros materiais”, lembra o diretor técnico do SINPACEL.

Além disso, diferentemente de outros produtos, a reciclagem é uma realidade fundamental nos processos que envolvem a fabricação do papel. “Hoje são reciclados mais de 5 milhões de toneladas de papel por ano no Brasil, o que representa aproximadamente 70% do papel consumido no nosso mercado. Tudo o que é coletado é reciclado e reutilizado na indústria. Se coletar mais, será utilizado mais ainda”, conta.

Por isso, o setor investe em processos que incentivam a correta destinação, coleta, separação e envio do material para a reciclagem “O sistema de logística reversa e a economia circular, é ponto fundamental neste processo e deve ser sempre revisado. Afinal, a própria Política Nacional de Resíduos Sólidos já define que todos têm a responsabilidade compartilhada”, explica Sandri.

INOVAÇÃO

Mas os investimentos vão além e apoiam pesquisas para o desenvolvimento de novas tecnologias e produtos derivados da fibra vegetal que atendam as perspectivas do futuro. “O papeleiro também precisa buscar essa inovação para dar respostas e, muitas vezes, estar à frente com soluções e proposições inovadoras para a sociedade”, disse.

Estima-se que os maiores produtores de papel do país invistam em média 0,5% do seu faturamento bruto em pesquisas e inovações para o setor. São investimentos tanto em maquinários mais eficientes para redução de custos como no desenvolvimento de novas tecnologias e produtos mais sustentáveis e viáveis.

“Hoje em dia uma empresa não sobrevive sem inovação e esse percentual é contínuo. Pode ser um pouco maior ou menor, dependendo do porte da empresa, mas ele efetivamente precisa acontecer”, conta Sandri.

Esta é a perspectiva para o futuro: muita inovação capaz de adequar tanto a profissão quanto os produtos às novas necessidades da sociedade e aos conceitos de sustentabilidade. “Tem muita coisa acontecendo hoje e, apesar de a gente imaginar que a fibra do pinus e do eucalipto estarão sempre presentes por serem renováveis, a transformação sempre acontece. A sociedade espera por embalagens mais efetivas, mais leves, sustentáveis e o papeleiro está muito atento à essas novas demandas”, finaliza o diretor técnico da Sinpacel.

*Fernando Wagner Sandri é Engenheiro Químico, Diretor de Tecnologia IBEMA, Diretor Técnico Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose do Paraná – SINPACEL, Conselheiro Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel – ABTCP e Conselheiro da Associação Brasileira de Embalagens – ABRE.

Recente estudo revela: organizações responsáveis não devem desrespeitar o direito dos consumidores de escolher se recebem comunicações em papel ou digitais.

Há uma tendência entre as organizações de migrar a comunicação com seus clientes do formato impresso para o digital, particularmente contas e extratos. Normalmente, o motivo dessa decisão é a redução de custos, mas, na maioria das vezes, elas alegam que a escolha está pautada em questões ambientais, utilizando-se de alegações enganosas sobre a sustentabilidade e a produção do papel. A essa prática dá-se o nome de “greenwashing”.

Um estudo recente, conduzido pela organização sem fins lucrativos Two Sides e pela empresa de pesquisa independente Toluna, buscou entender a mudança da percepção dos consumidores em relação à impressão e ao papel. O estudo constatou que a maioria esmagadora dos consumidores brasileiros (74%) acredita que deveria ter o direito de escolher como recebe comunicações provenientes de organizações financeiras e prestadores de serviços (de forma digital ou impressa).

O direito de escolher

São os membros mais vulneráveis da sociedade que dependem dos meios tradicionais de recebimento de boletos, extratos e outros documentos pois não têm condições de acessá-los em casa e imprimi-los. Além disso, muitos brasileiros não possuem conta corrente e, portanto, necessitam das contas impressas para realizar seu pagamento. A mudança para uma sociedade online pode deixar os idosos, os deficientes, os moradores rurais e aqueles de baixa renda desconectados e com dificuldades em cumprir com seus compromissos financeiros.

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Fonte: Two Sides