Fonte: Infomoney

Na apresentação dos resultados do 3T22, empresas ressaltaram pontos que indicam os motivos dos preços da commodity se manterem favoráveis

Há preocupação das companhias de celulose brasileira coma instabilidade global, aumento do custo de energia e política monetária de aperto em vários países. Mas, no curto prazo, o mercado segue favorável.

Existem alguns motivos que indicam o setor vivendo momento ainda positivo, como estoques internacionais ainda baixos e oferta e demanda equilibrada.

“Mesmo numa situação desafiadora de mercado, aumento dramático do custo energético na Europa e cenário inflacionário global com aumento das taxas de juros, tivemos recorde de Ebitda [sigla em inglês para o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações]”, comemorou Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin (KLBN11), na apresentação a analistas de mercado dos resultados do 3T22 da companhia.

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Fonte: Economia UOL

A produtora de embalagens e celulose Klabin anunciou nesta sexta-feira assinatura de acordo para a venda de 8 mil hectares de floresta, em um negócio de 230 milhões de reais, segundo comunicado enviado ao mercado.

A área equivale a 3,2 milhões de metros cúbicos de madeira “em pé” e a empresa afirmou que junto com o termo de venda assinou um acordo de opção de recompra de até 2,2 milhões de metros cúbicos. O acordo de recompra é válido até 2036.

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Fonte: Tissue Online

Há oportunidades para várias áreas de atuação, com destaque para o cargo de vendedor externo

A Mili, maior fabricante de papel tissue 100% brasileira, está com diversas vagas de emprego abertas. Há oportunidades para várias áreas de atuação, com destaque para o cargo de vendedor externo presencial em diferentes cidades e estados ou para trabalho remoto.

Os novos colaboradores serão contratados em regime efetivo e terão acesso a diversos benefícios. Confira as opções disponíveis no link abaixo!

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Por Andrea Pegorini Lacerda

Fonte: Smartcom

Quando se trata de proteger o planeta, não existe segredo industrial. Sempre fui dessa opinião, ainda mais agora, tendo participado de um projeto de Aterro Zero do início ao fim. Além de constatar que é possível chegar lá, tirei várias conclusões e quero compartilhar o passo a passo ideal para as empresas que desejam dar um destino sustentável aos seus resíduos.

O primeiro passo é realizar um inventário, ou seja, um verdadeiro “raio-x” dos dejetos para esclarecer a destinação atual, volumes e quantidades. A partir daí, é precisar definir novas destinações que agreguem valor ao resíduo e o coloque de volta na cadeia produtiva, caso isso seja possível. Mas atenção: minha dica é começar do mais fácil para o mais difícil, pois sua equipe irá se engajar, vibrar e redobrar energias ao “ticar” cada item da lista.

Uma forma de pesquisar as potencialidades de cada resíduo é estudar o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), divulgado no primeiro semestre de 2022. O documento traz as metas relacionadas à reciclagem de diferentes materiais para os próximos 20 anos, com o objetivo de reaproveitar muito mais resíduos do que é feito hoje. Algumas alternativas para esse reuso são, além da reciclagem, a compostagem, a biodigestão e a recuperação energética.

Além disso, surgiu o Certificado de Crédito de Reciclagem, dentro do Programa Recicla+, parceria entre os ministérios do Meio Ambiente e Economia. A ideia é garantir que resíduos como o papelcartão tenham circularidade por meio de cooperativas, com notas fiscais sem duplicidade e garantia de veracidade. Cada vez mais, a legislação torna a indústria corresponsável por esse processo, para que o insumo retorne ao processo produtivo e fomente a economia circular.

Para isso, as marcas de bens de consumo precisam comprovar a logística reversa de suas embalagens. Sabemos que, no Brasil, apenas 4% dos resíduos sólidos que poderiam ser reciclados são reaproveitados, enquanto países como Chile, Argentina, África do Sul e Turquia têm uma média de 16% de reciclagem, conforme a International Solid Waste Association (ISWA). Se a comparação for feita com países desenvolvidos, os números ficam ainda mais distantes. O índice de reciclagem alemão, por exemplo, é de 67%.

Mas se você é da indústria brasileira, com certeza já arregaçou as mangas para fazer sua parte, não é mesmo? Por exemplo, o que é feito das embalagens que acondicionam seu produto depois que você o entrega ao cliente final? O consumidor também precisa entender como separar o lixo em casa para que ele retorne à produção de maneira adequada. Mais do que isso, a população é um agente influenciador da conscientização de que o lixo pode, e deve, tornar-se um novo produto.

*Foto: Andrea Pegorini Lacerda é gerente de Meio Ambiente da Ibema.

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Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 150 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 700 colaboradores, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês.

Fonte: Tissue Online

A empresa apresentou novas tecnologias químicas e digitais aos seus clientes, além de participar como palestrante em duas sessões técnicas

Durante os dias 4, 5 e 6 de outubro ocorreu, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, o 54º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, organizado pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP).

A ocasião marcou a retomada do evento, que não pôde ser realizado nos últimos anos por conta da pandemia de Covid-19. Com excelente participação de expositores e visitantes, a feira reuniu executivos e colaboradores do mercado.

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Fonte: Tissue Online

A empresa foi Patrocinadora Diamond do evento e apresentou as suas soluções específicas para o mercado de tissue

Após finalizar sua participação como Patrocinadora Diamond no Tissue Summit Latinoamérica 2022, a INCAPE agora se prepara para a 54º Exposição Internacional de Celulose e Papel da ABTCP, que acontecerá nos dias 4, 5 e 6 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

Na ocasião, a empresa apresentará suas soluções de papel cartão maculatura especialmente desenvolvidos para a indústria de tissue, que trazem ganhos de produtividade nas conversões.

Toda a equipe comercial, industrial e de P&D da INCAPE estará presente durante todo o evento para atender os participantes, além de fornecer informações e detalhes sobre os seus principais produtos e serviços.




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Fonte: Tissue Online

A empresa foi patrocinadora do evento em parceria com sua distribuidora oficial para o mercado colombiano, a Sulfoquímica

Durante os dias 19 e 20 de setembro, ocorreu, em Bogotá, na Colômbia, a primeira edição do Tissue Summit Latinoamérica, promovido pelo Tissue Online. O evento contou com a participação de executivos e empresas do setor.

A Kemira foi patrocinadora do evento em parceria com sua distribuidora oficial para o mercado colombiano, a Sulfoquímica, fortalecendo ainda mais sua presença no mercado de tissue.

Colaborando com a agenda de palestras no dia 20 de setembro, o responsável comercial para o mercado tissue da América do Sul da Kemira, Alexandre H. de Souza, realizou a apresentação: “Kemira 4.0 – Transformaciones Químicas y Digitales para el mercado Tissue”.


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A Klabin realizou na última quarta, dia 21, seu maior evento de inovação focado em sustentabilidade, assinado pela .be comunica.

A agência participou pela quinta vez consecutiva da criação, estruturação e estratégia do evento, que contou cm a participação de colaboradores, parceiros, clientes e fornecedores da marca para discussão de soluções para um futuro mais sustentável.

A edição de 2022 do festival, que foi realizada na Bienal do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, tratou questões como caminhos sustentáveis, conscientização e fomento para mudanças de atitudes.

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Pela segunda vez, companhia conquistou a primeira colocação na categoria Madeira, Papel e Celulose no ranking Merco Reputação de Empresas e Líderes 2021.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, conquistou o primeiro lugar da categoria Madeira, Papel e Celulose no Ranking Merco Reputação de Empresas e Líderes 2021. A pesquisa anual, que chega à sua oitava edição, tem como objetivo enaltecer a Responsabilidade e Governança Corporativa das 100 empresas melhor classificadas no País.

O Ranking Merco possui uma metodologia que inclui cinco avaliações, com diferentes fontes de informação e um total de 3.865 entrevistas. Nesta edição, as análises foram realizadas entre julho e dezembro de 2021. Para compor o grupo das 100 empresas selecionadas, foram realizadas entrevistas com membros da alta direção de empresas. Além disso, são considerados os resultados econômicos e financeiros, a qualidade da oferta comercial, o talento, a ética e a responsabilidade corporativa, a dimensão internacional e a inovação das empresas.

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Fonte: Klabin

Um dos principais ingredientes utilizados na formulação de fertilizantes, o potássio, começou a ser produzido na Unidade Puma da Klabin, em Ortigueira (PR). Esta é mais uma iniciativa da empresa na busca por soluções inovadoras, mantendo o seu compromisso com a sustentabilidade e com a promoção da circularidade. Com isso, a Klabin se torna a primeira indústria de papel e celulose do mundo a produzir o insumo.

O sulfato de potássio será extraído a partir do tratamento das cinzas geradas na Caldeira de Recuperação, em um processo inédito. “As cinzas são tratadas para remoção do potássio e outros elementos, que são prejudiciais à operação das caldeiras. Com a tecnologia padrão, esses elementos eram removidos e enviados para o tratamento de efluentes da fábrica. Já com a nova tecnologia, recuperaremos esse potássio na forma de sulfato de potássio cristalizado. Temos, assim, um novo produto, essencial para a composição de fertilizantes e adubos”, explica o diretor de Projetos e Engenharia da Klabin, João Braga. Com o sistema, a Klabin tem previsão de produzir cerca de 22 toneladas de sulfato de potássio por dia.

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