© 2021 / 2026 - SINPACEL: Sindicato das Indústrias de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel, Papelão e de Artefatos de Papel e Papelão do Estado do Paraná.
Fonte: Federação das Indústrias do Paraná – Fiep
A logística reversa e os benefícios que proporciona à indústria do Paraná foi o tema do encontro entre comitiva da Fiep e Secretário da Fazenda do Estado, Renê de Oliveira Garcia Júnior.
O presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Edson Vasconcelos, apresentou algumas demandas do setor para que a logística reversa seja mais efetiva e contribua, assim, para um Estado cada vez mais sustentável.
Também estiveram presentes na reunião o secretário do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge, e representantes da Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços. Pela Fiep, participaram, ainda, o coordenador do Conselho Temático de Meio Ambiente, Nilo Cini Júnior, o presidente do Sinpacel, Rui Brandt, e o vice-presidente do Simpep, Roland Rosenstock.
Fonte: Notícias Portal da Indústria
Documento reúne recomendações para desenvolvimento da agenda do clima, como financiamento climático, estratégia para implementação da NDC e regulamentação do mercado global de carbono
Definir a estratégia de descarbonização da economia, avançar na implementação do mercado global de carbono e mobilizar os países para o financiamento climático. Essas são algumas das ações defendidas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para as negociações brasileiras na Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP28), que ocorre de 30 de novembro a 12 de dezembro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
As propostas se encontram no documento Visão da Indústria para a COP28, que reúne as principais medidas consideradas necessárias pelo setor industrial para o desenvolvimento da agenda climática e as ações mais relevantes para o país nas negociações.
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A aquisição de uma operação florestal da Arauco pela Klabin foi vista como positiva para o mercado, num momento de preços pressionados para a madeira, mas as preocupações com a alavancagem ainda seguraram os papéis na Bolsa.
A fabricante de papéis anunciou a compra de 150 mil hectares de florestas no Paraná, mais 31,5 milhões de toneladas em madeira, por R$ 5,8 bilhões – num dos maiores M&As do ano no Brasil. O movimento deve reduzir seus custos com a compra de sua principal matéria-prima de terceiros e antecipar a meta de 75% de autossuficiência de madeira de 2029 para 2026.
Na avaliação do BTG (do mesmo grupo de controle da Exame), a aquisição foi feita a bons preços, com uma taxa interna de retorno de cerca de 13%, capaz de criar um valor presente líquido de cerca de R$ 2 bilhões, equivalente a R$ 2 por unit, ou cerca de 8,5% do valor de mercado.
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Rabobank aponta que indefinição sobre leis, desconfiança sobre qualidade dos créditos e processos longos de certificação são obstáculos para geração de crédito, cujo potencial é de US$ 50 bilhões até 2030
Antes de realmente ganhar tração, o mercado voluntário de crédito de carbono precisa ultrapassar um obstáculo crucial: ofertar créditos robustos e confiáveis — algo que ainda é limitado e tem deixado os compradores em dúvida. É esta credibilidade que o setor florestal precisa mostrar para liderar esta nova economia no Brasil.
“Metodologias rigorosas e em evolução, legislação incipiente a nível nacional e internacional, além da capacidade limitada de acreditação e certificação de créditos de terceiros respeitáveis são apenas alguns dos obstáculos que o setor precisa enfrentar”, afirma Andrés Padilla, analista de Celulose do Rabobank Brasil, em estudo divulgado nesta quarta-feira, 13.
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Fonte: G1
Pioneiro em plantios florestais em larga escala, o Paraná abriga a maior plantação de pinus do Brasil e duas unidades da indústria que mais produz papel para embalagens no país. O estado é ainda detentor da segunda maior floresta plantada do Brasil, considerando pinus e eucalipto, perdendo apenas para Minas Gerais.
Das árvores é extraída a celulose, a matéria-prima do papel. Dependente do que vem da terra, o setor investe pesado para garantir que as fábricas estejam sempre abastecidas com madeira de qualidade, vinda de pinus e eucalipto.
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Fonte: Portal Celulose – Foto: Geraldo Bubiniak /AEN
De acordo com dados recentemente divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022, o estado do Paraná liderou a produção nacional de lenha da silvicultura – o cultivo de florestas plantadas para manejo agrícola. Considerando os valores da produção geral de silvicultura, o estado ainda ocupou a vice-liderança, segundo informações do relatório sobre Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura.
Estima-se que nos últimos 12 meses, a produção paranaense de lenha a partir de florestas plantadas no estado foi de aproximadamente 13,9 milhões de metros cúbicos, o que corresponde a 26,3% do segmento no Brasil. Ao todo, a Região Sul é responsável por 63,2% da produção nacional.
Além disso, com 20,9 milhões de metros cúbicos, o Paraná também se destaca como o maior produtor de madeira em tora para outras finalidades, representando 35,7% do Brasil.
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Fonte: Celulose Online
O setor de papel e celulose tem um longo histórico de adaptação aos avanços tecnológicos para aumentar a eficiência e a sustentabilidade. Nos últimos anos, os rápidos desenvolvimentos tecnológicos deram início a uma nova era para o setor, transformando os processos de produção tradicionais e promovendo melhorias significativas.
A integração de tecnologias digitais e sistemas de automação levou a ganhos substanciais em produtividade e redução de custos operacionais. De acordo com um estudo da McKinsey, a implementação de soluções digitais no setor de papel e celulose aumentou a produtividade em até 15% e reduziu os custos de manutenção em 30%. Processos automatizados, como sensores inteligentes e análise de dados em tempo real, otimizam a produção e minimizam o tempo de inatividade, resultando em maior eficiência geral.
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Fonte: Tissue Online
O presidente da associação propõe algumas soluções para garantir a sobrevivência de cooperativas e catadores independentes
Nos últimos meses, o setor de aparas de papel tem enfrentado grandes desafios que podem prejudicar seu funcionamento – o que impactaria negativamente toda a cadeia produtiva, por se tratar de um segmento importante para a economia, bem como para a geração de emprego e renda no país.
Segundo a Associação Nacional dos Aparistas (Anap), um dos principais desafios é a decisão do STF, publicada em junho de 2022, que obriga empresas do comércio atacadista de material reciclável, incluindo os aparistas, a recolherem e destacarem o PIS/Cofins nas notas fiscais de venda de material para a indústria.
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Fonte: Tissue Online
Ferramenta aproxima ainda mais o público com as novidades da Voith
Está no ar o 1º episódio do VCast, novo canal de podcast da Voith Paper, que aborda e discute temas atuais e interessantes sobre sustentabilidade e temáticas ESG. Apresentado pela Gerente de Sustentabilidade da Voith Paper América do Sul, Laline Koch, o VCast tem como missão apresentar as principais iniciativas da empresa no âmbito sustentável, econômico e social.
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Fonte: empapel.org.br
Recente pesquisa internacional de tendências do consumidor, conduzida pela RetailX com mil consumidores na França, Alemanha, Polônia, Suécia e Turquia, orientou a determinação de cinco tendências para as embalagens de comércio eletrônico.
A primeira delas diz respeito à proteção de bens e as considerações ambientais: 94% dos consumidores citam a proteção dos bens como o fator mais importante, bem como a sustentabilidade, e como as embalagens poderão ser reaproveitadas.
A pesquisa mostrou que 84% entendem como importantes embalagens que sejam sustentáveis e não agridam o meio ambiente, e 80% também entendem como importantes as embalagens que são fáceis de descartar.
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