© 2021 / 2026 - SINPACEL: Sindicato das Indústrias de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel, Papelão e de Artefatos de Papel e Papelão do Estado do Paraná.
Fonte: empapel.org.br
Há muito tempo que as embalagens se apresentam como oportunidades múltiplas, que agregam além de informações do produto, a possibilidade de entretenimento e por que não, uma plataforma de vendas. A Magazine Luiza inova ao vender o espaço para terceiros e explorar o canal em um novo passo para a utilização de embalagens.
A empresa, que é um dos maiores varejistas e marketplaces do Brasil, vai oferecer o espaço das embalagens para que outras marcas e produtos apareçam, em uma forma diferente de monetização.
“Sempre há uma expectativa pela chegada de pedidos feitos pela Internet. O contato com uma marca logo após o recebimento de um item é certeiro e objetivo, já que este consumidor é fortemente impactado”, disse Leonardo Correa, gerente de publicidade do Magalu. Para ele, a estratégia é focada em oferecer essas oportunidades para marcas de qualquer segmento, desde grandes empresas de tecnologia a aplicativos de transporte e streaming, por exemplo.
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Fonte: Tissue Online
O LK5100 possui o conjunto de acionamento automático por meio do motorredutor e painel de comando eletrônico
Fornecedora de equipamentos exclusivos para o mercado papeleiro, a Looking oferece uma ampla gama de soluções para impulsionar a eficiência dos processos de fabricação de papel.
Dentre os diversos componentes ofertados, a empresa dispõe de opções variadas de chuveiros, equipamentos que estão presentes em diversas posições nas máquinas de papel. Seja para a limpeza, lubrificação ou aplicação de produtos químicos, a Looking possui o modelo ideal para cada finalidade.
Os chuveiros Looking são produzidos em aço inoxidável, garantindo alta durabilidade, e possuem as roscas e conexões compatíveis com os principais tipos do mercado.
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Fonte: Tissue Online
A empresa, referência em insumos químicos para o segmento de tissue, apresentou suas soluções provenientes da parceria com a alemã Kapp-Chemie durante o Tissue Summit Brasil 2023
Nos dias 8 e 9 de março, a Color Química do Brasil esteve presente no Tissue Summit Brasil 2023, principal evento das indústrias de papel tissue e personal care do país. Idealizada pelo Nexum Group, neste ano, a conferência teve como tema: “ESG: Inovando com responsabilidade” e reuniu diversos profissionais e empresas do setor.
Referência em insumos químicos para o mercado, a empresa foi patrocinadora do evento, participando da exposição de table tops, onde a equipe exibiu as soluções da companhia e pôde realizar muito networking. Além disso, o vice-presidente de Paper & Tissue da Color Química, Mateus Santanna, participou da programação do evento com a palestra “Produtos Kappasil: tecnologia alemã disponível para toda a América Latina”.
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Fonte: Tissue Online
Graças ao seu poliuretano com formulação inovadora e carga exclusiva, o OceanCoat P atende às necessidades de elevada estabilidade do perfil e maior resistência ao desgaste em coaters
Depois do desenvolvimento do comprovado revestimento OceanCoat, a Voith lança o OceanCoat P, um revestimento de rolo de apoio especialmente projetado para posições críticas em coaters de lâmina. Graças ao seu poliuretano com formulação inovadora e carga exclusiva, o OceanCoat P foi desenvolvido para atender às necessidades de elevada estabilidade do perfil e maior resistência ao desgaste em coaters.
A elevada resistência do revestimento OceanCoat P à sobreprensagem já foi comprovada na prática. Além disso, sua matriz de polímero reforçada com cargas garante uma superfície constante do revestimento, além de alta resistência à abrasão. Essa é uma vantagem crucial em rolos de apoio de coaters, onde as quebras de papel podem gerar sobrepressões que reduzem a vida útil dos revestimentos convencionais.
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Fonte: Tissue Online
Segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores, há 40 anos, a indústria consumia de 180 m³ a 200 m³ do recurso para assegurar a produção de uma tonelada de celulose. Hoje, são, em média, 25 m³ por tonelada
Durante este mês, comemora-se o Dia Mundial da Água (22 de março), criado pela Organização das Nações Unidas (ONU). A data pretende conscientizar a população sobre a importância desse recurso, esgotável e indispensável para a sobrevivência humana e da natureza.
Dados da Confederação Nacional da Indústria revelam que a cada segundo, no Brasil, são retirados dos rios 2,3 milhões de litros de água para uso industrial. Até 2050, a demanda global pelo recurso no setor deve crescer aproximadamente 400%. Por essa razão, as indústrias têm relevante papel na preservação e conscientização sobre a gestão da água, além de serem diretamente responsáveis por atualizar métodos obsoletos e focar em soluções sustentáveis e que priorizam a economia circular.
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Fonte: Tissue Online
Com 79 milhões de m² de florestas dedicadas à preservação e mais de 800 nascentes, Melhoramentos reforça a conservação do meio ambiente
Nesta semana que passou, duas datas especiais foram celebradas com o objetivo de mostrar a importância da preservação dos recursos naturais. O “Dia Internacional da Floresta” (21/3) e o “Dia Mundial da Água” (22/3) foram definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de promover a conscientização sobre os ecossistemas florestais e as fontes de água.
A Melhoramentos – companhia de capital aberto que controla empresas do setor editorial, negócios de base florestal renovável e imobiliário – conta com uma área de 148 milhões de m2, sendo grande parte dessas propriedades localizada ao redor de São Paulo (Caieiras, Cajamar e Bragança Paulista) e no Sul de Minas (Camanducaia). Desse total, 79 milhões de m2 são áreas de florestas dedicadas à preservação. Também do total das áreas nativas, 3.740 hectares são classificados como Florestas de Alto Valor de Conservação (FAVC).
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Fonte: Portal Celulose
Com capacidade instalada para processar 8 milhões de toneladas de fibras por ano, o estado alcança o patamar de um dos maiores produtores mundiais, e ocuparia a 11ª primeira posição, caso fosse um país
O estado de Mato Grosso do Sul está em grande evidência em relação ao setor de celulose, sendo o segundo maior produtor da commodity – atrás apenas da Bahia –, embora seja o maior exportador nacional.
Com capacidade instalada para processar 8 milhões de toneladas de fibras por ano, o estado alcança o patamar de um dos maiores produtores mundiais, e ocuparia a 11ª primeira posição, caso fosse um país. Atualmente, Mato Grosso do Sul conta com três linhas industriais em operação – duas da Suzano e uma da Eldorado, ambas no município de Três Lagoas.
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Fonte: Portal Celulose
A empresa ainda estima que mais de 22.500 hectares tenham sido afetados, embora só possa aferir um balanço real após ultrapassada a situação de emergência
A CMPC apontou uma estimativa sobre os efeitos dos devastadores incêndios no sul do Chile, que começaram no início do mês de fevereiro e afetaram o setor florestal no país, sobre suas operações.
Conforme o diretor-geral da empresa, Francisco Ruiz-Tagle, explicou à Comissão para o Mercado Financeiro (CMF), se há duas semanas havia 10 mil hectares de florestas plantadas afetadas pelo incêndio, agora passou para mais de 22.500 hectares, segundo o último relatório.
A CMPC revelou, ainda, que durante a temporada estival combateu 95 focos de incêndio e, segundo os seus cálculos, são geradas em média seis novas frentes diariamente, na última quinzena. Apesar da companhia florestal ter fornecido um número específico para as áreas afetadas, ela reconheceu que ainda não é possível precisar o valor exato dos danos sofridos em decorrência da complexidade das vistorias técnicas no campo. Para Ruiz-Tagle, “pode ser realizada uma vez superada a emergência”.
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Segundo Alexandre Nicolini, diretor do negócio de celulose da Klabin, mesmo com o início da correção dos preços nos mercados maduros, ainda estão acima das projeções iniciais
Como única fabricante brasileira dos três tipos de celulose – fibra longa, fibra curta e fluff –, a Klabin está observando os desdobramentos da economia chinesa e seus efeitos sobre outros mercados para medir a temperatura da demanda pela commodity.
“Janeiro foi um mês bom do ponto de vista de demanda, mas é cedo para afirmar que haverá retomada. Na Europa, o ano começa mais desafiador”, afirmou Alexandre Nicolini, diretor do negócio de celulose da Klabin.
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Fonte: Portal Celulose
No entanto, a desvalorização da fibra é inevitável, por conta das novas fábricas entrando em operação na América do Sul
No fim de 2022, os preços da celulose iniciaram uma trajetória de correção, embora tenham encontrado suportes importantes, mesmo que momentâneos, no início deste ano. Um incêndio florestal sem precedentes no Chile e greves em portos e no transporte rodoviário na Finlândia podem sustentar os preços da commodity por mais tempo, em razão de um desequilíbrio entre oferta e demanda global. No entanto, a desvalorização da fibra é inevitável, por conta das novas fábricas entrando em operação na América do Sul.
Desde o começo do ano, o preço líquido da fibra curta caiu US$ 72 no mercado chinês, ou cerca de 9%, para US$ 755 por tonelada. Já a fibra longa transitou por terreno negativo desde o início do ano e, agora, exibe alta de quase 2%, ou US$ 15,30, para US$ 900 por tonelada na China.
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