Está chegando o Fórum ABRE de Sustentabilidade: Positive Packaging, um dos maiores eventos sobre sustentabilidade que vai reunir experts e protagonistas do mercado nacional e internacional!

Em um cenário altamente desafiador e estimulante, a ABRE – Associação Brasileira de Embalagem promoverá mais uma edição desse grande evento que contará com a participação de atores-chave das cadeias globais de consumo, líderes de embalagens e ecossistemas de reciclagem para compartilhar experiências, cases e referências sobre a construção de uma cadeia de consumo mais sustentável.

O Fórum ABRE de Sustentabilidade: Positive Packaging acontecerá em formato híbrido, nos dias 31 de maio, 01 e 02 de junho, em São Paulo.

Mais informações e inscrição: www.abre.org.br/forum-abre-sustentabilidade.

Fonte: ABRE

Papelcartão da Ibema foi utilizado em nova embalagem e ampliou segurança ao consumidor

Já imaginou receber o seu sushi, seja no restaurante ou em casa, numa caixa deslizante com interior dourado? Foi essa a sensação buscada pela Koi Premium, de Londrina (PR), ao transformar o seu carro-chefe em uma “joia”.

As embalagens da marca foram aprimoradas durante a pandemia – e elas vieram para ficar. Afinal, estamos falando de um setor em franco crescimento – o food service, que expandiu 24% em 2021, de acordo com pesquisa CREST, realizada pela GS&NPD, em parceria com o Instituto Food Service Brasil.

Segundo Franciella Sachi Malassise, sócia-administradora da Koi Premium, o isolamento exigiu a criação de uma embalagem que trouxesse aconchego ao cliente, tanto em casa quanto no restaurante. “Tornar o produto inesquecível: esse foi o direcionamento ao setor de design gráfico ao criar esta embalagem. Para isso, integramos elementos de identificação capazes de determinar a escolha, além de torná-lo único e luxuoso”, explica.

O papelcartão Ibema Supera na versão 295 gramas trouxe alta rigidez, ideal para embalagens de transporte, e interior mais claro da categoria – o que potencializou a impressão delicada projetada pelos designers, ao mesmo tempo que é um material ideal para o contato com o alimento. “A cada parceria, analisamos o papel certeiro para o cliente, pensando ao mesmo tempo na alta printabilidade e rendimento para as gráficas e na segurança do consumidor”, explica o gerente de Marketing e Estratégia da Ibema, Diego Gracia.

A caixa com tampa deslizante ajuda a evitar desperdícios, otimiza a ocupação de espaço e facilita o transporte, utilização e distribuição do produto. Com diferentes tamanhos de acondicionamento perfeito do sushi, a caixa mantém a temperatura e protege até que o produto chegue ao consumidor, para uma refeição agradável e sensorial.

“O formato da embalagem foi pensado para reforçar a identidade do restaurante. Ou seja, proporcionar a sensação de estar em um ambiente agradável e saborear o melhor da culinária japonesa. Afinal, sabemos a boa aparência da embalagem impacta fortemente na experiência do consumidor”, conta o diretor de marketing da gráfica Midiograf, Gustavo Tasca Benvenho.

“Conseguimos aliar o design elegante à segurança alimentar necessária. Enfatizamos a experiência do consumidor de delivery, fazendo com que ele se sinta elegantemente em nossa restaurante, mesmo sem sair de casa”, comemora Franciella.

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 150 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 700 colaboradores, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês: www.ibema.com.br.

Fonte: Smartcom

Dia de valorizar a sua dedicação e a sua competência!

Entusiasmo, competência e muita dedicação: é assim o trabalho diário de quem faz o setor de papel e celulose crescer e se destacar cada vez mais.

Por isso hoje, o Sinpacel parabeniza e reconhece o esforço e a responsabilidade de todos os trabalhadores que superam as expectativas e trazem mais desenvolvimento para a nossa sociedade.

Acompanhe todos os assuntos aqui no site do Sinpacel e aproveite para nos acompanhar em nossas redes sociais:

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Diante de um agravamento do desequilíbrio entre oferta e demanda, mercado deve seguir apertado no curto prazo

Com todos os reajustes anunciados para abril já implementados, os preços da celulose seguem em alta no mercado internacional, diante de um agravamento do desequilíbrio entre oferta e demanda – cenário que deve permanecer no curto prazo, segundo o diretor de comercial celulose e gente e gestão da Suzano, Leonardo Grimaldi. “Os fundamentos ainda estão bastante sólidos, em especial, do lado da oferta”, afirma.

O preço líquido da fibra curta subiu mais US$ 1,90 no mercado chinês, a US$ 783,61 por tonelada, aproximando-se de níveis históricos. A valorização já supera 35% desde o início deste ano. No caso de revenda, os preços da celulose de eucalipto são superiores aos praticados na importação, em US$ 807,04 por tonelada, conforme o BTG Pactual.

Já a fibra longa vinha sendo negociada a US$ 976,69 por tonelada na China, com leve queda de US$ 0,50. Assim, o spread entre os dois tipos de fibra estava em US$ 193 por tonelada, acima dos níveis normalizados, que eram de cerca de US$ 120 por tonelada.

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Fonte: Tissue Online

Com o objetivo de engajamento dos stakeholders para ações futuras com foco em economia circular, o SINPACEL esteve apresentando em 14/04 a “Rota Estratégica do Papel – da logística reversa à economia circular” ao Presidente do CRQ-IX Edward Borgo. Nesta reunião estavam presente também o Conselheiro do CRQ Carlos Molkenthin e o Advogado Renato Villanova. Foram também entregues exemplares do livro comemorativo de 50 anos do Sinpacel.

Os desafios a serem superados na perspectiva da Logística Reversa e Economia Circular são numerosos e complexos, e com a união de todos os integrantes da cadeia e também dos stakeholders, com uma visão clara de futuro e alicerçados em um bom planejamento estratégico, esses desafios podem ser enfrentados.

Segundo este Decreto:

• O Certificado de Crédito de Reciclagem “Recicla+” é um documento comprobatório das massas de embalagens ou de produtos efetivamente compensados pela restituição ao ciclo produtivo da massa equivalente desses materiais;

• O Recicla+ pode ser adquirido pelas empresas para fins de comprovação de cumprimento das metas de logística reversa;

• A solicitação de emissão e a aquisição do Recicla+ é de caráter voluntário;

• A implementação/operacionalização de sistema de logística reversa, poderão adotar soluções integradas, dentre outras o Recicla+;

• O Recicla+ pode ser emitido nas seguintes modalidades: produtos objeto de logística reversa, embalagens recicláveis e combustível derivado de resíduos obtido a partir de resíduos sólidos urbanos ou equiparáveis.

Maiores detalhes podem ser verificados consultando o Decreto em:

https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-11.044-de-13-de-abril-de-2022-393553968

O SINPACEL continuará o monitoramento legislativo, e comunicará aos associados sobre novos regulamentos ambientais.

Fonte: Imprensa Nacional

Duas fábricas de papelcartão da Ibema estão entre as que mais economizam água no Brasil

Sabemos que o consumo de água no mundo cresce 1% ao ano, e aumentou em seis vezes nos últimos 100 anos, de acordo com a ONU. Com base nisso, a indústria não pode ficar de braços cruzados: é preciso fazer mais do que a lei pede, para embalar o futuro com práticas ousadas e realmente eficazes.

Responsável por 21% de participação no Produto Interno Bruto (PIB), a indústria brasileira consome apenas 10% da água captada para uso no Brasil, o que indica sua eficiência e o investimento em boas práticas.

Mas quem disse que a indústria de papel exagera no uso da água? Em sintonia com o que há de mais avançado no Brasil e no mundo, a Ibema mantém um programa de gestão de alto nível: nos últimos quatro anos, diminuiu em 25% o uso de água no processo produtivo e na geração de efluentes da sua fábrica instalada na região metropolitana de São Paulo, em Embu das Artes (SP).

“Além de ajudar a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, contamos com pesquisas e análises permanentes para melhorar esse uso, a fim de gerar maior economia e inteligência na gestão”, explica a gerente de SGI, Risco e Meio Ambiente da Ibema, Andrea Pegorini.

Em Embu das Artes (SP), o circuito fechado da água aproveita até 94%, um dos menores indicadores de consumo de água encontrados na produção de papelcartão no Brasil. “Somente quando a água não tem mais condições de ser usada na produção, ela é tratada e devolvida como efluente. Mesmo assim, o recurso volta ao meio ambiente mais limpo que no momento de captação, pois nosso time de Utilidades monitora todo o percurso da água na fábrica até a sua entrega na natureza”, explica Andrea. A média de geração de efluentes na planta de Embu, hoje, é de 4 m³ por tonelada de papelcartão produzida.

Já na planta de Turvo, no interior do Paraná, a Ibema também reduziu o consumo de água e geração de efluentes em 15% nos últimos três anos – hoje, a média de geração de efluentes é de 11,6 m³ por tonelada produzida.

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 140 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 700 colaboradores, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês: www.ibema.com.br.

Fonte: Smartcom

Graças ao papel utilizado, filtro individual se transforma em matéria orgânica após o descarte

Café individual, fresquinho e sem agredir o meio ambiente. Tudo isso em um produto único do Café Jurerê, feito com papelcartão Ibema. O sistema drip bag, que ficou entre as três melhores iniciativas no Prêmio Nacional de Inovação 2021, é resultado de anos de pesquisa e representa o primeiro modelo do mundo com material verdadeiramente compostável e biodegradável, pois se transforma em matéria orgânica após o descarte.

“O nosso foco foi adaptar o filtro já existente no mercado internacional, porém numa solução 100% compostável. A dificuldade foi encontrar uma matéria-prima que atendesse o requisito de compostabilidade. Até que, no fim de 2018, encontramos a Ibema”, relembra a presidente do Café Jurerê, Micheli Poli Silva. “A parceria deu certo e o projeto evoluiu a partir do desenvolvimento, em conjunto com a Ibema, de um material específico para a alça do filtro individual, que se adequou perfeitamente às nossas necessidades”, explica.

A composição do filtro é inédita no mundo, sendo este o primeiro filtro drip bag capaz de atender os requisitos internacionais da norma EN 13432, ASTM D6400-19, referente à sustentabilidade. Além disso, o produto não libera substâncias tóxicas em contato com o líquido quente.

“O nosso papelcartão garantiu a estrutura necessária às alças para suportarem o filtro no recipiente em que a bebida será degustada, seja uma caneca, copo ou jarra”, explica o gerente de Estratégia e Marketing da Ibema, Diego Gracia.

Por meio de muita pesquisa e produtos sintonizados com as necessidades do consumidor final e das marcas do mercado, é possível criar soluções como essa, sustentáveis e inovadoras.

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 160 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 700 colaboradores, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês: www.ibema.com.br.

Fonte: Smartcom

Norma ainda traz mudanças com o intuito de impedir que o auxílio alimentação seja destinado à aquisição de produtos não relacionados a essa finalidade

O Presidente da República editou Medida Provisória que atualiza as disposições normativas acerca do teletrabalho e do auxílio alimentação. Em relação ao teletrabalho, o normativo objetiva modernizar a regulação existente na CLT e corrigir aspectos regulatórios que o uso maciço do teletrabalho durante a pandemia da Covid 19 evidenciou, como, por exemplo, aumentar as possibilidades de regimes híbridos de teletrabalho.

Nesta seara, a nova redação permite a contratação no teletrabalho por jornada ou por produção ou tarefa, possibilitando conforme a contratação o controle de jornada ou a ausência do controle de jornada e flexibilidade na execução das tarefas. Será viável, ainda, que no contrato de teletrabalho ocorra o comparecimento habitual no local de trabalho para atividades específicas.

Com relação ao pagamento do auxílio alimentação ao trabalhador, a norma visa impedir que, por meio de arranjos legítimos de pagamento como “vale refeição” e “vale alimentação”, o auxílio alimentação, que tem tratamento tributário favorável, seja destinado à aquisição de produtos não relacionados à alimentação.

Explicita-se neste ponto que as despesas destinadas aos programas de alimentação do trabalhador deverão abranger exclusivamente o pagamento de refeição em restaurantes e estabelecimentos para aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais

Por fim, o texto incrementa o Programa de Alimentação do Trabalhador de que trata a Lei 6.231 de 1976, evitando o seu desvirtuamento pela proibição do ajuste entre empresas facilitadoras de aquisição de alimentos e empregadores de taxas de deságio, que são repassadas aos estabelecimentos fornecedores.

A medida entra em vigor na data de sua publicação.

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Fonte: Imprensa Nacional

Two Sides ama papel e a comunicação impressa, por isso combate os diversos MITOS sobre a sustentabilidade desse setor. Destacamos as datas comemorativas acima para reforçar os FATOS sobre as florestas cultivadas e os recursos naturais…

Papel é um dos materiais mais sustentáveis ambientalmente. Sua matéria-prima – celulose – vem de árvores cultivadas, é muito reciclado e é biodegradável. Eucalipto é a principal espécie utilizada no Brasil como fonte de celulose. Ao contrário do que muitos acreditam, cultivos bem manejados dessa espécie não secam o solo. Segundo o estudo da Embrapa “Plantações Florestais: Geração de Benefícios com Baixo Impacto Ambiental”, florestas plantadas são uma alternativa potencial para a recuperação de pastagens degradadas e de recursos hídricos, por meio da redução da erosão superficial e de deslizamentos, retenção de nutrientes e moderação das vazões máximas.

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Fonte: Two Sides