Fonte: Tissue Online
Apesar das projeções otimistas, o CEO da Suzano apontou para um possível downgrade do modelo folha tripla para o de folha dupla
O cenário global tem sido de muitos desafios na transição da indústria para um período pós-pandêmico. Dentre eles, destaca-se a guerra entre Rússia e Ucrânia que infligiu outros problemas econômicos, principalmente na Europa, como a crise energética que tem afetado diversos fabricantes de tissue.
Os baixos níveis de estoques globais da celulose, que culminaram numa crescente do valor da commodity, também têm sido um fator determinante para o setor, bem como os gargalos logísticos ao redor do mundo.
Diante desse contexto adverso, Walter Schalka, CEO da Suzano, acredita que o mercado de tissue não deve sofrer grandes mudanças com relação ao consumo. “Pode até ter uma recessão global, porém o consumo de papel higiênico não vai mudar muito. Pode até ter um downgrade, de um modelo folha tripla para outro folha dupla, por exemplo, no entanto, o consumo total tem pouca volatilidade”, afirma o executivo.















