© 2021 / 2026 - SINPACEL: Sindicato das Indústrias de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel, Papelão e de Artefatos de Papel e Papelão do Estado do Paraná.
Fonte: Marketing Sinpacel
No dia 18 de dezembro, o Sindicato das Indústrias de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel, Papelão e de Artefatos de Papel e Papelão do Estado do Paraná – Sinpacel viajou a São Paulo para uma reunião estratégica com o Sincoforma/SP – Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, com a intenção de apresentar e demonstrar a viabilidade dos coletores de papelão e torna-los uma iniciativa para as farmácias e drogarias de todo o Brasil.
O varejo farmacêutico, como elo essencial no sistema de logística reversa, desempenha um papel relevante ao receber medicamentos pós-consumo dos consumidores, em conformidade com o Decreto Federal nº 10.388/2020. No Estado do Paraná, também há legislações específicas para o setor, como a Lei nº 17.211/2012 e o Decreto nº 9.213/2013, que reforçam a obrigatoriedade de pontos de entrega.
O Sinpacel observando a oportunidade de apresentar e fomentar a representatividade da cadeia de papel e celulose, acabou retomando as conversas com o setor farmacêutico e propondo apoio na expansão do sistema de logística reversa, apresentando um coletor de extrema qualidade e de menor custo se comparado ao de plástico e madeira e também enfatizando a pegada sustentável do projeto.
Na oportunidade representando o Sinpacel, tivemos a presença do Rui Gerson Brandt, Presidente do Sindicato e o Vitor Rodrigo de Moraes Assessor Técnico do plano setorial de logística reversa. Também presente a Embrart, empresa associada, representada pelo Diretor Daniel Leiner e também Vice Presidente do Sinpacel e o Marcelo Pancini, Consultor técnico no projeto e desenvolvimento de embalagens. Do setor farmacêutico, participaram os Srs. Juan Becerra, coordenador do departamento de assuntos regulatórios na Sincofarma/SP e o Serafim Neto, Assessor da Presidência da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).


Em 7 de janeiro de 2025, foi publicada no Diário Oficial da União a Lei nº 15.088/2025, que introduz alterações significativas à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010.
A nova legislação adota medidas rigorosas ao proibir a importação de resíduos sólidos e rejeitos, abrangendo materiais como papel, plástico, vidro e metal.
Contudo, a Lei nº 15.088/2025 prevê exceções relevantes, como nos casos de:
- Resíduos utilizados na transformação de materiais e minerais estratégicos, como aparas de papel de fibra longa, além de resíduos de metais e materiais metálicos, cuja importação permanece autorizada.
- Importadores e fabricantes de autopeças, com exceção de pneus, que podem importar resíduos sólidos originários de produtos brasileiros previamente exportados. Essa medida destina-se exclusivamente à logística reversa e à reciclagem integral, mesmo quando os materiais sejam classificados como resíduos perigosos.
A Lei reflete os avanços no compromisso com a sustentabilidade e a promoção da economia circular.
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Aprovada pela Lei nº 15.042/2024, que dispõe sobre a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE). A iniciativa visa controlar e reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), promovendo a comercialização de créditos de carbono em um ambiente regulado.
O que é o SBCE?
O (SBCE) é voltado para atividades e instalações que geram emissões no território nacional, envolvendo tanto empresas quanto indivíduos. Seu principal objetivo é alinhar o país aos compromissos globais de combate às mudanças climáticas, conforme a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC).
O Sistema traz oportunidades para diferentes setores:
- Agronegócio: incentivo a práticas sustentáveis que geram créditos de carbono;
- Florestas: valorização da conservação e recuperação ambiental;
- Cidades: avanço no planejamento sustentável e na eficiência energética;
- Indústrias: estímulo à inovação tecnológica para destaque no cenária global.
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É com imenso orgulho que compartilhamos mais um avanço do projeto “As atitudes de hoje transformam o amanhã”. O projeto avança agora com o apoio da Secretaria da Educação (SEED) e Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SEDEST). Nesta fase, serão mais de 30 escolas estaduais participantes. A coleta e reciclagem de todo material será realizada pela empresa KWM que busca sempre soluções sustentáveis e inovadoras em gestão de resíduos.
Uma das novidades dessa fase é a de que as escolas estaduais poderão trocar 70% da receita gerada por lixeiras exclusivas para o papel. As lixeiras serão fabricadas pela empresa EMBRART que possui a certificação de Aterro zero e é a primeira indústria no Paraná a receber o selo ESG na Prática. As lixeiras terão o logo de patrocinadores, proporcionando assim o retorno de 100% em benefícios para associações de catadores. Juntos, somos mais fortes e podemos ir ainda mais longe!
A parceria foi lançada na live no dia 10 de dezembro contando com a participação de: Brandon H. Guerber Telles (SEDEST), Clauciane Dias de Lima (SINPACEL), Leon Fernando (KWM), Maria Cristina Bittencourt (SEED), Osmael Gerotto (Embrart) e Soraya B. (SINPACEL).
Parabenizamos o colégio Sesi pela iniciativa de oferecer aos alunos o aprendizado prático por meio do projeto piloto Jornada na Indústria. Os trabalhos apresentados foram frutos de visitas técnicas realizadas pelos alunos às indústrias locais. Os alunos foram incentivados a elaborar um pré-projeto sugerindo soluções para os encontrados.
A Engenheira Ambiental Clauciane Dias de Lima, Assessora de Projetos da equipe de Logística Reversa do Sinpacel e a Especialista em educação Ambiental Soraya Bischoff ressaltam importância de se trabalhar temas relacionados a educação ambiental, inovação e sustentabilidade nas aulas e agradecem a participação como membros da banca avaliadora. Elas também parabenizam os professores, alunos e todos que participaram ativamente desse projeto que busca focar na inovação com base nos fundamentos da sustentabilidade.




O Sindicato das Indústrias de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel, Papelão e Artefatos de Papel e Papelão do Estado do Paraná – Sinpacel, foi o único sindicato premiado na tarde desta quarta-feira (4) na 10ª edição do Selo Clima Paraná. Esta é a primeira vez que o Sindicato concorreu ao prêmio demonstrando suas ações em prol da economia circular e logística reversa.
A certificação entregue e coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável – SEDEST reconhece organizações e entidades públicas e privadas que decidem, voluntariamente, medir e reduzir a sua pegada de carbono, além de implementar ações de ESG, que reúne as políticas de meio ambiente, responsabilidade social e governança, para combater as mudanças climáticas.
Dividido em categorias entre A e D, sendo “D” a pontuação mínima de 0,3 e “A” a pontuação máxima, e em modalidade de mercado interno e mercado externo, o Sinpacel foi agraciado com o troféu do Selo Clima Paraná B para mercado interno. Isto é, a organização chegou perto do nível máximo de reconhecimento e conquistou o certificado válido para todo o território nacional por um ano.
“O Selo Clima hoje é uma oportunidade para a empresa, município ou órgão público participante demonstrar a transparência com a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. Além disso, o prêmio garante alguns benefícios para as empresas vencedoras, incluindo diferenciação na bolsa de valores e possibilidade da geração de créditos de carbono que podem ser negociados no mercado”, acrescentou o diretor de Políticas Ambientais da SEDEST, Rafael Andreguetto.
Ele destacou ainda que as informações fornecidas pelos inscritos no Selo Clima demonstram o nível de maturidade ambiental das entidades e ajudam o Estado do Paraná a compor seus índices de sustentabilidade, como o total de emissões atmosféricas, remoção de gás carbônico e outras medidas importantes para a sustentabilidade do planeta.
Ao todo, foram agraciadas 185 organizações, sendo 167 empresas privadas, cinco órgãos públicos e, pela primeira vez, 13 municípios. O número de inscritos em 2024 é 39% maior do que no ano anterior, que contou com 132 inscritos.
Entre as empresas agraciadas, destacaram-se as associadas do Sinpacel: Klabin, Tetra Pak, CMPC, Ibema, Arauco SIG Combibloc, Grupo KWM e BO PAPER.
Para Vitor de Moraes, assessor técnico do Sinpacel, “a conquista do Selo evidencia o compromisso das empresas associadas, com os critérios de sustentabilidade, especialmente na quantificação do carbono e implementação das ações de ESG.”
Já o Presidente do Sinpacel, Rui Gerson Brandt, reconhece que “o selo é um incentivo para todo o setor industrial representado pelo sindicato que, ao ser agraciado deve despertar os demais sindicatos ligados à Fiep, para os temas ligados a redução de emissões e mitigação dos impactos ambientais. O engajamento coletivo é o caminho para transformar os setores representados e construir um futuro mais sustentável”.
Para o secretário da SEDEST, Everton Souza, esse crescimento é muito positivo em um estado que tem se destacado nacionalmente por sua sustentabilidade. “É um momento de muita alegria ver o aumento nessa participação voluntária. É algo que demonstra que o paranaense se preocupa em preservar o patrimônio natural, e quer contribuir para a melhoria das condições ambientais, garantindo assim que nós possamos viver em um espaço territorial cada vez melhor”, disse.
Criado em 2015, o Selo Clima Paraná já foi entregue para 495 organizações. Entre as ações levadas em consideração para o recebimento da certificação estão, por exemplo, a utilização de fontes renováveis de energia e medidas compensatórias para a redução de gases de efeito estufa; no eixo social, a implementação de programas de bolsa de estudos; e para o eixo de governança, implantação de programas internos para o desenvolvimento de novas tecnologias e de compliance.
*Com informações da Agência Estadual de Notícias




Concluímos com sucesso as visitas às associações de catadores contempladas pelo projeto “As atitudes de hoje transformam o amanhã”. A última parada foi na Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Corbélia, localizada no CIC.
Essa visita especial contou com a presença do presidente do SINPACEL, Rui Brandt, e representantes das empresas associadas KWM e Embrart. Juntos, fortalecemos nosso compromisso com a sustentabilidade, a inclusão social e o reconhecimento do trabalho essencial realizado pelos catadores.
Pequenas ações de hoje podem gerar grandes impactos no futuro. Vamos juntos transformar o amanhã!
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No último dia 28 de novembro, Campo Mourão foi palco do V Seminário de Estratégias para o Desenvolvimento Econômico, realizado na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). O evento reuniu lideranças locais, empresários, acadêmicos e representantes de instituições de ensino para discutir iniciativas voltadas ao crescimento sustentável da região.
Entre os destaques do evento esteve a participação da engenheira ambiental Clauciane D. Lima, que integrou a banca examinadora e trouxe importantes contribuições para as discussões.
Um dos projetos apresentados foi a iniciativa de reciclagem de materiais escolares, que tem como objetivo implementar um sistema eficiente de coleta de resíduos de papel nas instituições de ensino. A proposta prevê a instalação de lixeiras exclusivas para papel em todas as salas de aula, promovendo a destinação correta desse material, que é 100% reciclável e biodegradável.
A iniciativa já conta com o apoio de importantes patrocinadores, como ITAIPU Engenharia, CODECAM e a associada EMBRART, mostrando o comprometimento da comunidade local com práticas sustentáveis e a conscientização sobre o descarte responsável.
Com projetos como esse, Campo Mourão reforça seu compromisso com o desenvolvimento econômico aliado à preservação ambiental, destacando-se como um exemplo de integração entre educação, sustentabilidade e inovação.
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Chegamos ao fim do ciclo de palestras da Semana da SIPAT 2024, encerrando o ano com a participação da associada BEONTAG na unidade de Campo Mourão.
O tema abordado na palestra incentivou uma análise sobre as questões ambientais mais urgentes que enfrentamos atualmente. A engenheira ambiental Clauciane D. Lima conduziu uma reflexão sobre nossas ações relacionadas aos padrões de produção e consumo, destacando-os como uma das principais causas dos problemas ambientais.
É essencial questionar se uma compra é realmente necessária e avaliar se o produto é sustentável. Precisamos fazer escolhas que contribuam para a sustentabilidade. Além disso, a correta separação dos resíduos é indispensável para garantir que eles sigam o destino adequado, desde a aquisição até a reciclagem.
Com a aproximação do final do ano, ao escolher presentes, opte por opções sustentáveis. É possível adotar um estilo de vida que promova a sustentabilidade para todos.




No dia 7 de novembro, o SINPACEL promoveu um evento de destaque sobre um tema crucial para o setor industrial: Mudanças Climáticas: Regulamentação e Papel das Empresas na Promoção da Gestão Sustentável de Carbono. A iniciativa reuniu especialistas e líderes empresariais para discutir a relevância da sustentabilidade nas práticas corporativas.
A programação contou com três painelistas que trouxeram diferentes perspectivas sobre o tema. A advogada Luiza Furiatti, do escritório Pineda & Krahn, abriu o encontro abordando o contexto jurídico das ações climáticas e as crescentes exigências regulatórias para as empresas. Segundo ela, o alinhamento às legislações ambientais é um passo estratégico, não apenas para garantir conformidade legal, mas também para aumentar a competitividade das organizações.
Em seguida, Jéssica de Miranda Paulo e Lisa Isabella Fischer, da Ingee – Inovação Sustentável, realizaram uma apresentação prática sobre a elaboração de inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE). Elas destacaram a importância de mensurar as emissões para identificar oportunidades de redução e gerar benefícios ambientais, sociais e econômicos.
O evento reuniu 13 participantes e contou com a presença do presidente do SINPACEL, Rui Gerson Brandt, que enfatizou a relevância do tema para o setor de papel e celulose. Ele destacou que o sindicato é um espaço estratégico para debater questões cruciais para os associados. “Mudanças climáticas são assuntos essenciais para as indústrias do nosso setor. As empresas estão atentas às legislações específicas, e o SINPACEL tem o papel de fomentar essas discussões fundamentais”, afirmou.
Com iniciativas como esta, o SINPACEL reforça seu compromisso com a promoção de práticas sustentáveis, engajando o setor industrial na construção de um futuro mais responsável e alinhado aos desafios globais das mudanças climáticas.



